Por que Sandman foi cancelada pela Netflix?

A segunda temporada de Sandman chegou na Netflix em julho e, junto com ela, veio uma notícia que pegou geral de surpresa: a série foi oficialmente encerrada. Sim, o universo criado por Neil Gaiman nos quadrinhos, que parecia ter tanto potencial nas telas, foi cortado logo após duas temporadas.

Mas por quê? Vamos direto ao ponto.

A série acabou por três motivos principais:

1. Fim planejado
Apesar do susto, esse final não foi tão inesperado assim para quem acompanhava os bastidores. Segundo o showrunner Allan Heinberg, desde o início o plano era focar na história do personagem Sonho (Dream), e já se sabia que o material dos quadrinhos só renderia até a segunda temporada. Não era para durar muitas temporadas, tipo Stranger Things ou The Witcher.

2. Orçamento altíssimo
Cada episódio de Sandman custava em torno de US$ 15 milhões. Isso é muita grana, mesmo para a Netflix, que anda cada vez mais seletiva com o que renova. A série tinha efeitos pesados, cenários complexos e um elenco de peso, tudo isso pesa na balança na hora de decidir se vale a pena continuar.

3. Polêmicas nos bastidores
Embora a justificativa oficial tenha sido a história fechada e os custos altos, fãs e veículos de imprensa também apontam outro fator: as acusações de má conduta sexual contra Neil Gaiman, criador da obra original. As denúncias foram feitas por várias mulheres e acabaram gerando desconforto nos bastidores, o que pode ter acelerado a decisão de encerrar a produção.

A segunda (e última) temporada reuniu nomes como Tom Sturridge (Morpheus), Gwendoline Christie (Lúcifer), Kirby Howell-Baptiste (Morte) e Mason Alexander Park (Desejo). A expectativa era alta, especialmente com a introdução de novos personagens como Delírio, Destruição e até figuras mitológicas como Loki, Thor e Odin.

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