A despedida de Tom Hardy como Venom deveria ter sido épica, mas Venom: A Última Rodada deixou muita gente torcendo o nariz. Bombardeado com críticas negativas, o filme conquistou apenas 41% no Rotten Tomatoes, uma pontuação que reflete a frustração de críticos e fãs. Apesar do carisma inegável de Hardy e de um vilão promissor interpretado por Andy Serkis, a trama mais parece um quebra-cabeça mal montado, com peças que não se encaixam.
O que mais incomoda é a falta de conexão com o universo cinematográfico da Sony. A Última Rodada traz Knull, o deus dos simbiontes, como um antagonista que poderia expandir o universo de Venom, mas a história acaba ficando rasa e desconectada. No fim, o filme funciona mais como um palco para Hardy se despedir de Eddie Brock do que como uma conclusão digna para a franquia.
Mesmo assim, a bilheteria foi generosa. Com US$ 400 milhões arrecadados mundialmente, Venom 3 superou filmes da Marvel como Viúva Negra e As Marvels, provando que o carisma de Hardy e o apelo do simbionte ainda seguram as pontas — mesmo com uma narrativa que deixa a desejar.
A despedida de Hardy marca o fim de uma era para Venom, mas também reforça uma pergunta: o que a Sony fará agora? Sem um Homem-Aranha para amarrar seu universo e com roteiros que não convencem, fica difícil imaginar um futuro brilhante para os simbiontes.
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