Hollywood é conhecida por suas rivalidades, mas quando diretores de peso trocam farpas, isso vira manchete. Ridley Scott, diretor de Gladiador, respondeu aos comentários ácidos de Quentin Tarantino, que havia criticado o filme ao sugerir que não era tão bom quanto se fala. Em sua resposta, Scott alfinetou Tarantino, dizendo que ele deveria “calar a boca e fazer filmes”.
Esse embate é um prato cheio para os fãs de cinema, já que coloca dois ícones em confronto sobre visões opostas do que é “bom cinema”. Scott defende sua criação com orgulho, enquanto Tarantino — conhecido por seu estilo irreverente e autocrítico — argumenta em prol de uma autenticidade sem firulas. Ambos diretores têm abordagens distintas: enquanto Scott se inclina para o épico e visualmente grandioso, Tarantino aposta em narrativas focadas em diálogos intensos e referências à cultura pop.
No entanto, a rivalidade não é novidade. Desde o início de suas carreiras, Tarantino e Scott têm seus estilos facilmente reconhecíveis. Filmes de Scott, como Blade Runner e Alien, moldaram o gênero de ficção científica, enquanto Tarantino é o responsável por redefinir filmes de ação e crime com Pulp Fiction e Kill Bill. Suas diferenças têm como ponto de partida a própria definição do que faz um filme ser memorável.
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